Há eventos que valem pelo que acontece dentro deles. E há eventos que valem, sobretudo, pelo que dizem sobre quem escolhe estar presente. O Esporte na Rua, realizado no dia 12 de abril no Sesc Avenida Paulista, é dos dois tipos.
Pelo segundo ano consecutivo, o Instituto marcou presença na iniciativa organizada em parceria com a Rede Esporte pela Mudança Social (REMS). Não é coincidência. É posicionamento.
Uma parceria construída no tempo
A REMS não é um nome novo para o SECI. É uma parceira de trajetória, uma rede que compartilha, na essência, a mesma crença que orienta tudo o que fazemos: o esporte como linguagem de transformação, como espaço de pertencimento, como ferramenta séria de desenvolvimento humano. Estar ao lado da REMS, ano após ano, é também uma forma de dizer ao terceiro setor e stakeholders em que acreditamos e com quem escolhemos caminhar.
Uma parceria construída no tempo
A REMS não é um nome novo para o SECI. É uma parceira de trajetória, uma rede que compartilha, na essência, a mesma crença que orienta tudo o que fazemos: o esporte como linguagem de transformação, como espaço de pertencimento, como ferramenta séria de desenvolvimento humano. Estar ao lado da REMS, ano após ano, é também uma forma de dizer ao terceiro setor e stakeholders em que acreditamos e com quem escolhemos caminhar.
O dia, os alunos, o movimento
Com o tema "Diversidade em Movimento", a programação reuniu crianças, adolescentes e educadores de diferentes instituições numa jornada de descobertas. Os alunos do SECI experimentaram modalidades que poucos conheciam: o Manbol, trazido do Pará; o Roundnet, com sua rede circular e dinâmica própria; a Capoeira, que condensa história, cultura e corporalidade num só gesto. Sem contar o vôlei, o basquete, o skate e a visita ao Mirante do Sesc, que deu a muitos deles uma perspectiva literal e simbólica da cidade.
Momentos assim não cabem em relatório. Mas ficam no corpo, na memória e na forma como um jovem passa a se enxergar no mundo, enquanto vê pela primeira vez a Avenida Paulista do alto.
Por que isso importa
O SECI poderia existir apenas dentro dos seus núcleos. Mas uma instituição que se fecha perde referência, ritmo e visibilidade. Participar do Esporte na Rua é ocupar um espaço legítimo no ecossistema do esporte social brasileiro, ao lado de uma rede que já construiu escala e reconhecimento, como a REMS. É ser visto por outros educadores, por outras organizações, por potenciais parceiros que circulam nesses ambientes.
Mais do que levar os alunos para um dia diferente, é levar o nome e os valores do Instituto para uma conversa maior. Uma presença que confirma: o SECI não está só fazendo, está contribuindo.
Por que isso importa
O SECI poderia existir apenas dentro dos seus núcleos. Mas uma instituição que se fecha perde referência, ritmo e visibilidade. Participar do Esporte na Rua é ocupar um espaço legítimo no ecossistema do esporte social brasileiro, ao lado de uma rede que já construiu escala e reconhecimento, como a REMS. É ser visto por outros educadores, por outras organizações, por potenciais parceiros que circulam nesses ambientes.
Mais do que levar os alunos para um dia diferente, é levar o nome e os valores do Instituto para uma conversa maior. Uma presença que confirma: o SECI não está só fazendo, está contribuindo.
E #VaiSECI