Antes de existir um Instituto, existia um campo.
Um campo de futebol de várzea, com chão irregular, traves simples e o movimento constante de crianças correndo atrás da bola no fim da tarde. Foi nesse espaço, ainda distante de qualquer ideia de estrutura institucional, que começou a se desenhar aquilo que anos depois se tornaria o Instituto SECI.
No início, havia um detalhe que chamava atenção. Entre treinadores, organizadores e frequentadores do campo, havia apenas uma mulher trabalhando ali. Enquanto o futebol acontecia no campo de terra, ela circulava entre as crianças, conversava com as famílias, ajudava a organizar as atividades e observava o que acontecia ao redor com um olhar atento. O campo era, ao mesmo tempo, espaço de jogo e ponto de encontro de uma comunidade inteira.
Um campo de futebol de várzea, com chão irregular, traves simples e o movimento constante de crianças correndo atrás da bola no fim da tarde. Foi nesse espaço, ainda distante de qualquer ideia de estrutura institucional, que começou a se desenhar aquilo que anos depois se tornaria o Instituto SECI.
No início, havia um detalhe que chamava atenção. Entre treinadores, organizadores e frequentadores do campo, havia apenas uma mulher trabalhando ali. Enquanto o futebol acontecia no campo de terra, ela circulava entre as crianças, conversava com as famílias, ajudava a organizar as atividades e observava o que acontecia ao redor com um olhar atento. O campo era, ao mesmo tempo, espaço de jogo e ponto de encontro de uma comunidade inteira.
Hoje, quando o calendário marca o Dia Internacional das Mulheres, essa lembrança ajuda a entender o tamanho do caminho percorrido.
Foi ali que começou um projeto social de futebol.
O que inicialmente parecia apenas uma iniciativa local foi ganhando forma com o tempo. As atividades se tornaram mais regulares, o acompanhamento das crianças mais próximo e as conversas com as famílias passaram a fazer parte do cotidiano do projeto. O futebol seguia sendo o ponto de partida, mas já não era o único caminho. Aos poucos começaram a surgir perguntas maiores sobre como ampliar oportunidades para aqueles alunos e como transformar aquele encontro cotidiano em algo mais estruturado e duradouro.
A mulher que fazia essas perguntas se chama Odara.
Foi ali que começou um projeto social de futebol.
O que inicialmente parecia apenas uma iniciativa local foi ganhando forma com o tempo. As atividades se tornaram mais regulares, o acompanhamento das crianças mais próximo e as conversas com as famílias passaram a fazer parte do cotidiano do projeto. O futebol seguia sendo o ponto de partida, mas já não era o único caminho. Aos poucos começaram a surgir perguntas maiores sobre como ampliar oportunidades para aqueles alunos e como transformar aquele encontro cotidiano em algo mais estruturado e duradouro.
A mulher que fazia essas perguntas se chama Odara.
Por muito tempo ela foi a única presença feminina naquele campo de várzea. Ao mesmo tempo, era quem começava a organizar, ainda que de forma intuitiva, uma lógica de trabalho baseada em observar a realidade ao redor, entender as necessidades das famílias, estruturar atividades e transformar a energia espontânea do futebol em algo mais consistente. Foi desse processo, feito de escuta, tentativa, erro e aprendizado, que nasceu a base do que hoje é o Instituto SECI.
Com o passar dos anos o projeto cresceu, novos profissionais chegaram e as atividades se multiplicaram. O que começou no gramado passou a incluir educação, cultura e outras frentes de atuação. Nesse percurso Odara assumiu naturalmente o papel de conduzir o desenvolvimento da organização. Mais do que uma fundadora, tornou-se a principal responsável por estruturar ideias, processos e caminhos institucionais. Em muitos sentidos é ali que está o centro de gravidade do SECI, no pensamento que organiza, conecta e projeta aquilo que a instituição se torna a cada etapa.
Hoje, ao olhar para a equipe do Instituto, um contraste chama atenção. Aquele espaço que começou com uma única mulher trabalhando em meio a um ambiente majoritariamente masculino mudou de forma. No SECI as mulheres se tornaram maioria na equipe e ocupam posições centrais nas atividades pedagógicas, na coordenação de projetos e na gestão institucional.
Do campo de várzea onde tudo começou até a estrutura que hoje sustenta os projetos do Instituto permanece a mesma lógica. Construir impacto a partir da convivência cotidiana, da escuta da comunidade e da capacidade de transformar iniciativas simples em estruturas duradouras.
No centro dessa história permanece também a mesma figura que ajudou a imaginar que aquilo era possível. A menina que começou organizando um projeto social em um campo de futebol de várzea, muitas vezes sozinha naquele espaço, hoje é a liderança que conduz e pensa o Instituto SECI. É também o cérebro por trás da arquitetura que sustenta tudo o que foi construído até aqui.
E #VaiSECI
No centro dessa história permanece também a mesma figura que ajudou a imaginar que aquilo era possível. A menina que começou organizando um projeto social em um campo de futebol de várzea, muitas vezes sozinha naquele espaço, hoje é a liderança que conduz e pensa o Instituto SECI. É também o cérebro por trás da arquitetura que sustenta tudo o que foi construído até aqui.
E #VaiSECI