Pequenos em figurinha, grandes no Jornal Hoje
Há uma diferença entre fazer um trabalho sério e conseguir que esse trabalho seja reconhecido por quem está fora dele. O Instituto SECI sempre soube o que faz. Comunicar isso com a mesma clareza com que o pratica é um aprendizado mais recente, e que tem produzido resultados concretos.
No início de junho, o G1 publicou uma reportagem sobre o Craques do SECI, o álbum personalizado produzido pelo Instituto com os rostos de 450 alunos. Foram 550 cópias e cerca de 250 mil figurinhas circulando entre as crianças, reproduzindo a lógica dos álbuns tradicionais com uma inversão fundamental: o craque não está na televisão nem nas prateleiras das bancas, está no campo, no mesmo treino, na mesma sala de aula, vivendo a trajetória que o álbum veio registrar.
A repercussão foi além do texto. O Jornal Hoje levou essa história para a TV, e foram as próprias crianças que contaram. Não um porta-voz, não um gestor, não um número de impacto. Elas, na frente da câmera, falando sobre o que é se ver numa figurinha, sobre o que é ser tratado como protagonista.
No início de junho, o G1 publicou uma reportagem sobre o Craques do SECI, o álbum personalizado produzido pelo Instituto com os rostos de 450 alunos. Foram 550 cópias e cerca de 250 mil figurinhas circulando entre as crianças, reproduzindo a lógica dos álbuns tradicionais com uma inversão fundamental: o craque não está na televisão nem nas prateleiras das bancas, está no campo, no mesmo treino, na mesma sala de aula, vivendo a trajetória que o álbum veio registrar.
A repercussão foi além do texto. O Jornal Hoje levou essa história para a TV, e foram as próprias crianças que contaram. Não um porta-voz, não um gestor, não um número de impacto. Elas, na frente da câmera, falando sobre o que é se ver numa figurinha, sobre o que é ser tratado como protagonista.
Assista à reportagem completa aqui
Semana da Família
Na semana seguinte, o Instituto recebeu as famílias em todas as suas modalidades. A Semana da Família não é uma celebração anexa ao trabalho do SECI. É uma das formas mais honestas de mostrar o que acontece aqui, porque tira o trabalho do interior das salas, do campo e dos tatames, e o coloca diante de quem mais tem interesse em entendê-lo.
Nas aulas de música do Solta o Som, os responsáveis sentaram onde as crianças sentam e viveram o espaço onde vozes e talentos ganham forma. No futebol e no inglês do Educação em Movimento, as famílias acompanharam de perto a combinação de prática esportiva e aprendizado que o projeto desenvolve dentro de campo. No Tatame, cada movimento realizado na presença de um responsável carregou um peso diferente do que numa aula comum. No reforço escolar, aprender teve testemunha.
Na semana seguinte, o Instituto recebeu as famílias em todas as suas modalidades. A Semana da Família não é uma celebração anexa ao trabalho do SECI. É uma das formas mais honestas de mostrar o que acontece aqui, porque tira o trabalho do interior das salas, do campo e dos tatames, e o coloca diante de quem mais tem interesse em entendê-lo.
Nas aulas de música do Solta o Som, os responsáveis sentaram onde as crianças sentam e viveram o espaço onde vozes e talentos ganham forma. No futebol e no inglês do Educação em Movimento, as famílias acompanharam de perto a combinação de prática esportiva e aprendizado que o projeto desenvolve dentro de campo. No Tatame, cada movimento realizado na presença de um responsável carregou um peso diferente do que numa aula comum. No reforço escolar, aprender teve testemunha.
O que a Semana da Família produz não é facilmente mensurável, mas é real. Uma família que entra no SECI e vê o filho sendo tratado com seriedade passa a confiar de forma diferente, a participar de forma diferente e a entender a instituição como algo que também lhe pertence. Esse vínculo é parte do que sustenta o trabalho de longo prazo que o Instituto realiza, e é também parte do que o torna legível para quem olha de fora, como o G1 fez ao publicar sua reportagem.
O álbum existiu porque havia uma pedagogia por trás. A Semana da Família aconteceu porque há uma comunidade sendo construída. São faces do mesmo compromisso.
O álbum existiu porque havia uma pedagogia por trás. A Semana da Família aconteceu porque há uma comunidade sendo construída. São faces do mesmo compromisso.
Parceiros que tornam possível
O Solta o Som é viabilizado via Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio de Cabot e Wilson Sons. O Educação em Movimento é realizado em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental. O No Tatame conta com o patrocínio do BTG Pactual via Lei de Incentivo ao Esporte. São parceiros que escolheram estar presentes onde o impacto se constrói no cotidiano, e que tornam possível que esse trabalho continue sendo feito e reconhecido.
O Solta o Som é viabilizado via Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio de Cabot e Wilson Sons. O Educação em Movimento é realizado em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental. O No Tatame conta com o patrocínio do BTG Pactual via Lei de Incentivo ao Esporte. São parceiros que escolheram estar presentes onde o impacto se constrói no cotidiano, e que tornam possível que esse trabalho continue sendo feito e reconhecido.
E #VaiSECI