No projeto No Tatame, 2025 terminou como um ano de consolidação e 2026 começou como um ano de expansão. Cada ajuste de rotina, cada novo encontro e cada parceria construída tem um objetivo claro: fazer das artes marciais um eixo sólido da formação das crianças e adolescentes que passam pelo SECI.
As aulas seguem cheias, com karatê, judô e jiu-jitsu ocupando o mesmo espaço e dialogando entre si. A equipe trabalha para que, na prática, isso signifique mais possibilidades de caminho para cada aluno e mais ferramentas para lidar com o dia a dia, dentro e fora do tatame.
Quando falamos em evolução, não estamos falando só de medalhas ou golpes mais bem executados. Há algumas semanas, por exemplo, realizamos um teste físico de corrida em volta do tatame, pensado para acompanhar a resistência dos alunos ao longo do tempo. Não é um grande evento, é quase um bastidor, mas mostra o quanto estamos dispostos a medir, registrar e cuidar de cada detalhe do que acontece nas aulas.
As aulas seguem cheias, com karatê, judô e jiu-jitsu ocupando o mesmo espaço e dialogando entre si. A equipe trabalha para que, na prática, isso signifique mais possibilidades de caminho para cada aluno e mais ferramentas para lidar com o dia a dia, dentro e fora do tatame.
Quando falamos em evolução, não estamos falando só de medalhas ou golpes mais bem executados. Há algumas semanas, por exemplo, realizamos um teste físico de corrida em volta do tatame, pensado para acompanhar a resistência dos alunos ao longo do tempo. Não é um grande evento, é quase um bastidor, mas mostra o quanto estamos dispostos a medir, registrar e cuidar de cada detalhe do que acontece nas aulas.
Escola, comunidade e novas portas abertas
Na última sexta-feira, o No Tatame esteve na Escola Estadual Nelson Cardim de Brito para uma apresentação conduzida pelos senseis Lincoln, Tiago e Bruno. A escola já conhece o trabalho do SECI e, desta vez, queríamos ir além de apenas mostrar golpes e movimentos.
Ao longo do dia, entre manhã e tarde, os estudantes puderam assistir às demonstrações, entrar no tatame, experimentar alguns movimentos básicos e tirar dúvidas sobre como funcionam as aulas no instituto. Professores e equipe da escola também foram convidados a participar, porque sabemos que o projeto só ganha força quando família, escolas e SECI puxam juntos na mesma direção.
Essas visitas têm uma função dupla. São uma porta de entrada para novos alunos, que descobrem ali que podem encontrar no projeto um espaço de acolhimento e desafio, e são também um recado para a escola e a região, mostrando que as artes marciais que ensinamos não são um mundo à parte, mas parte da vida da comunidade, conectadas à rotina escolar e às expectativas de futuro dessas crianças.
Cada vez que montamos o tatame em outra instituição, reforçamos algo em que acreditamos muito, o projeto não é só um conjunto de aulas, é uma rede de relações que envolve escolas, famílias, parceiros e, claro, quem aposta nesse trabalho a longo prazo.
Mais gente no tatame, mais cuidado em cada passo
O No Tatame também cresce de dentro para fora. Nossa equipe ganhou uma nova sensei de judô, a Jamile, para somar ao time e ampliar o olhar sobre a modalidade. A entrada de mais uma profissional não é apenas um reforço de quadro, é o sinal de que o projeto está se preparando para receber mais alunos, diversificar treinos e aprofundar o acompanhamento de quem já está com a gente.
O No Tatame também cresce de dentro para fora. Nossa equipe ganhou uma nova sensei de judô, a Jamile, para somar ao time e ampliar o olhar sobre a modalidade. A entrada de mais uma profissional não é apenas um reforço de quadro, é o sinal de que o projeto está se preparando para receber mais alunos, diversificar treinos e aprofundar o acompanhamento de quem já está com a gente.
Com a nova sensei, judô, karatê e jiu-jitsu seguem construindo uma linha de desenvolvimento que respeita as especificidades de cada arte marcial, conversando com valores como disciplina, respeito, foco e cuidado com o outro. É um passo importante para que o No Tatame siga sendo um lugar em que a criança começa aprendendo um golpe e, aos poucos, entende que está aprendendo também a tomar decisões melhores, insistir nos processos e lidar com frustrações.
Dentro desse desenho, histórias como a do Riquelme ganham ainda mais sentido. Ele chegou ao SECI pelo futebol, descobriu no judô uma nova paixão e hoje, faixa roxa e braço direito do Sensei Lincoln no Judô, além de seguir treinando, ajuda os professores com os demais alunos, mostrando na prática o que significa atravessar o caminho de aluno para referência dentro do próprio projeto. Seu sonho de ser campeão olímpico caminha junto com o desejo profundo de ensinar. Ele quer devolver ao mundo cada gota de cuidado que recebeu no tatame. São trajetórias assim que nos lembram por que vale a pena investir tempo em avaliações físicas, em novas formações para a equipe e em espaços de escuta para cada criança.
Quando olhamos para o crescimento do No Tatame, também olhamos para quem caminha ao nosso lado. O projeto é realizado via Lei de Incentivo ao Esporte, do Ministério do Esporte, com patrocínio Master do BTG Pactual. Ter o maior banco de investimentos da América Latina como parceiro não é apenas um selo de confiança, é um convite permanente a elevar a régua. Se o BTG se dedica a pensar o futuro de grandes carteiras e patrimônios, nós nos dedicamos a pensar, com o mesmo cuidado, o futuro de cada aluno que pisa no tatame.
É assim, na combinação entre rigor técnico, presença na comunidade e histórias concretas de transformação, que queremos seguir construindo um projeto de artes marciais à altura da confiança que recebemos e da exclusividade de quem escolhe investir nesse caminho com a gente.
E #VaiSECI
É assim, na combinação entre rigor técnico, presença na comunidade e histórias concretas de transformação, que queremos seguir construindo um projeto de artes marciais à altura da confiança que recebemos e da exclusividade de quem escolhe investir nesse caminho com a gente.
E #VaiSECI