Subir a um palco exige mais do que técnica. Exige a decisão de se mostrar, de admitir que aquilo que se aprendeu nas aulas de música vale a pena ser compartilhado com outras pessoas.
No palco do Sesc, a 4ª Mostra de Talentos do Solta o Som reuniu alunas e alunos que passaram meses estudando, ensaiando e se preparando para esse momento, e mostrou que o resultado desse trabalho vai muito além de uma apresentação de uma noite só.
No palco do Sesc, a 4ª Mostra de Talentos do Solta o Som reuniu alunas e alunos que passaram meses estudando, ensaiando e se preparando para esse momento, e mostrou que o resultado desse trabalho vai muito além de uma apresentação de uma noite só.
O palco que trouxe coragem
A noite começou com o aluno Alisson Richard interpretando Fantasie-Impromptu, de Frédéric Chopin. A obra alterna trechos rápidos e lentos, e essa variação de ritmo exigiu do aluno domínio técnico e controle emocional em partes iguais.
Chopin, quando jovem, também enfrentava a timidez para se apresentar em público. Alisson viveu esse mesmo desafio antes de subir ao palco do Sesc, assim como boa parte das crianças e adolescentes que se apresentaram na Mostra. É esse percurso, entre o medo de errar e a decisão de tentar mesmo assim, que o Solta o Som se propõe a acompanhar de perto.
A noite começou com o aluno Alisson Richard interpretando Fantasie-Impromptu, de Frédéric Chopin. A obra alterna trechos rápidos e lentos, e essa variação de ritmo exigiu do aluno domínio técnico e controle emocional em partes iguais.
Chopin, quando jovem, também enfrentava a timidez para se apresentar em público. Alisson viveu esse mesmo desafio antes de subir ao palco do Sesc, assim como boa parte das crianças e adolescentes que se apresentaram na Mostra. É esse percurso, entre o medo de errar e a decisão de tentar mesmo assim, que o Solta o Som se propõe a acompanhar de perto.
Referências que ampliam horizontes
Ao longo do ano, os alunos e alunas tiveram contato com repertórios de soul, pop e rock 'n' roll, gêneros que carregam histórias e contextos culturais distintos. Esse repertório amplo não é um detalhe pedagógico, é parte do método. Quanto mais os estudantes conhecem diferentes referências musicais, mais ferramentas eles têm para construir a própria voz artística e reconhecer seu próprio estilo dentro dela.
Ao longo do ano, os alunos e alunas tiveram contato com repertórios de soul, pop e rock 'n' roll, gêneros que carregam histórias e contextos culturais distintos. Esse repertório amplo não é um detalhe pedagógico, é parte do método. Quanto mais os estudantes conhecem diferentes referências musicais, mais ferramentas eles têm para construir a própria voz artística e reconhecer seu próprio estilo dentro dela.
Durante as aulas, nomes relevantes da música mundial foram estudados em profundidade, o que deu às alunas e alunos repertório para dialogar com realidades distintas da sua e reconhecer, nessas trajetórias, possibilidades para a própria.
Instrumentos que aproximam culturas
No intervalo das apresentações, o público do Sesc teve contato com uma conexão pouco comum entre a Ásia e o continente africano. As exibições de taikô, instrumento de percussão originário do Japão, e de ngoni, instrumento de cordas tradicional de Burkina Faso, trouxeram ao palco sonoridades que raramente circulam juntas por aqui e reforçaram o compromisso do Solta o Som em apresentar aos alunos um repertório que vai além do que já é familiar.
No intervalo das apresentações, o público do Sesc teve contato com uma conexão pouco comum entre a Ásia e o continente africano. As exibições de taikô, instrumento de percussão originário do Japão, e de ngoni, instrumento de cordas tradicional de Burkina Faso, trouxeram ao palco sonoridades que raramente circulam juntas por aqui e reforçaram o compromisso do Solta o Som em apresentar aos alunos um repertório que vai além do que já é familiar.
A música brasileira em cena
Henrique e Juliano, Roberta Campos, Alceu Valença e Djavan também estiveram presentes na Mostra, seja na voz e no violão, seja acompanhados pela banda. Reconhecer e interpretar a música do próprio país é parte da formação que o Solta o Som oferece, e ajuda cada aluno a entender que sua cultura de origem também é fonte de repertório e de orgulho.
Henrique e Juliano, Roberta Campos, Alceu Valença e Djavan também estiveram presentes na Mostra, seja na voz e no violão, seja acompanhados pela banda. Reconhecer e interpretar a música do próprio país é parte da formação que o Solta o Som oferece, e ajuda cada aluno a entender que sua cultura de origem também é fonte de repertório e de orgulho.
Para celebrar as trajetórias mais marcantes da noite, o evento premiou as apresentações que se destacaram por técnica, performance e superação.
Mas o resultado mais importante da 4ª Mostra de Talentos não coube em troféu algum. Ficou registrado em cada aluno que decidiu subir ao palco do Sesc, vencer a própria timidez e mostrar que a música, quando ensinada com seriedade, também educa para a vida
E #VaiSECI